quinta-feira, 19 de julho de 2012

Este é do Brasil?









São Paulo, 18 de julho de 2012: no jogo de ontem, mais um sofrimento à torcida, ganhamos, continuamos na parada, mas num total sacrifício para mais 03 pontos.
 
Questiono como tem jogado o time, de maneira fria, pouca técnica e altamente pragmática, em certos momentos com um poder mental muito grande, com um grande tenista acuado pela pontuação do adversário.  Em outros momentos, fracos de cabeça, com partidas permitindo finaliza-las e não marca o gol e acaba tendo um resultado contrário.
 
No Morumbi, o Vasco jogou do mesmo jeito das últimas partidas, Figueirense e Atlético GO.  Mas o adversário de ontem, teoricamente e na prática é mais perigoso, exigiu uma maior concentração e potencial do time para sair com o resultado de ontem.  A Nau vascaína teve que usar todo seu repertório e uma nova característica está surgindo: um time gelado, dos moldes de alguns elencos europeus e argentinos/uruguaios.

Um time que não encanta, irrita, tecnicamente frágil, mas controla o jogo para sair com resultado positivo.
 
Torcedor é torcedor, se ganha, suporta tudo.





Por Flávio Brás Júnior( Macú ).


 

terça-feira, 17 de julho de 2012

A palavra é esta: Acomodação





Não entendo como um time, um grupo, que consegue fazer atuações como Cruzeiro, São Paulo, Santos em 2011 e Flamengo e Libertad em 2012, como pode jogar igual ontem, um jogo feio com o ultimo colocado do brasileiro Atlético-GO, acuado, covarde e acomodado.
 
Acho que encontrei a palavra correta: acomodação. É um time que acomoda quando tem qualquer vantagem, se consola com uma suposta vantagem de irmos aos pênaltis, enfim quando a coisa ainda não está preta.
 
Cito os jogos como os confrontos com o Corinthians em 2011 / 2012, pelo brasileiro no qual iria se distanciar na liderança aquele momento no segundo turno, logo em seguida o São Paulo, que também seria mais uma chance de assumir como líder do campeonato no returno de 2011, ambos jogos em casa com total obrigação de vencer em São Januário.  
 
Este ano, mais uma vez o “Curintia” chances e mais chances desperdiçada e no fim... contra o Cruzeiro em 2012, iríamos nos isolar com maior conforto como 1º colocado.
 
Todos os casos foram ocasiões em que o time iria ter “gordurinha” como vantagem perante aos concorrentes, mas se acomoda na zona de conforto não conseguindo pontos importantíssimos para conquistas, que deixamos escapar por um detalhe no final das contas, que poderiam ser estes jogos, real diferença entre campeão e a decepção.



Por Flávio Brás Júnior (Macú).


Juninho e Felipe é alegria??







Faço questão de escrever  antes do jogo entre Vasco e atlético GO e concordo com a escalação de Juninho e Felipe juntos na meia do time.  Normalmente não gosto desta idéia, os dois veteranos num jogo com maior vigor físico,  dinamismo e pegada na meia cancha vascaína acaba  saindo perdendo, mesmo com ganho de criatividade e talento.

O Felipe na lateral fica deslocado do jogo e das suas funções criativas e o meio do campo é prejudicado porque fica torto, nem cria pela esquerda e nem se defende corretamente, ficando sobrecarregado o meia/volante, o saudoso Rômulo -  imagine agora com Nilton e Eduardo Costa... que Deus nos ajude.

O jogo irá começar agora, tomara que todos os torcedores vascaínos tenham razão, Felipe e Juninho juntos na criação contra o possante time de Goias;  se num jogo como esse não tivermos sucesso nesta manobra, acredito que em nenhum outro jogo deverá ser repetida  escalação da meia.

Escrevo com isso com dor no coração, porque cresci vendo e aprendendo com os dois ídolos e depois sonhando como o retorno destes dois medalhões do futebol brasileiro.



Por Flávio Brás Júnior ( Macú ).

 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Wendell é o cara??




O novo reforço do Vasco, o volante/apoiador Wendell, sugere um questionamento: é suficiente para suprir as necessidades do meio campo vascaíno?
Mesmo com o Rômulo no time havia esta necessidade, ainda mais com a saída do meia/volante para futebol russo.
O jovem Wendell se destacou nas divisões de base do Cruzeiro em seguida transferindo à França. Sempre se destacou pela combatividade, rapidez, vigor e uma razoável habilidade, jogador tático que todo treinador adora.
Mas todas estas virtudes são características de jogadores novos, com motivação total, iniciantes na carreira que querem um futuro promissor para si e todas próximas dez gerações de familiares.
Aos 30 anos com seu pé de meia formado, terá a mesma disposição que o validou a jogar nos maiores times franceses?
Correria, disposição tática, luta... infelizmente não características da maioria dos jogadores “trintões”.
Não é isso Juninho Pernambucano? Concordas?


Por Flávio Brás Júnior( Macú ).



Sexta feira 13 !!!! Dia mundial do Rock !!!!!!

Voltando a falar tb de futebol, mas não deixando o Rock de lado, veremos algumas bandas de rock e alguns cantores, que tem ligação com   futebol........


Iron Maiden e Vasco.....




 Grêmio e AC/DC..........



Manchester City e Oasis......




Red Hot e Brasil...........



U2 e Corinthians.......




Kiss e Vasco........



Nirvana e Flamengo........



Paulo Ricardo e Fluminense.........


Procurei mas não achei nada de rock com Botafogo, só pagode!!!!!!


O Futebol sempre teve relação com o rock, mais na Europa do que aqui por essas bandas, aqui se curte mais o samba, entre os boleiros, mas ainda temos gloriosos representantes.......

Manchester City e Oasis. Os Irmãos Gallagher são fanáticos por futebol, assim como boa parte dos britânicos. E são torcedores do Manchester City, time de sua cidade. A relação entre ambos é tão intensa que Liam já foi ameaçado por torcedores de outros times por provocá-los (fora de Manchester) dentro do estádio. Num caso recente o cantor foi retirado pela polícia após fazer gestos obscenos para a torcida da casa que vencia o seu time. O temperamento dos irmãos nunca foi muito bom, alterados por um mal resultado e sentindo-se provocado ao ser reconhecido pela torcida que não perdeu a chance de zombar o astro, era mais do que claro que ele (mais uma vez) perderia a calma e chamaria para briga. O que é uma atitude pouco convencional e totalmente deplorável para alguém que é aclamado por milhões de fãs. Mas quando o sobrenome Gallagher está envolvido, parece que ninguém se surpreende.

Ainda na Europa, há o melhor caso de todos. Lá na Alemanha, mais precisamente em Hamburgo, há um time chamado St. Pauli, que voltou à primeira divisão ou "Bundesliga", como é chamado por lá. Esse time tem uma ligação extremamente forte com o bom e velho rock'n'roll, começando que sempre que o time sai do vestiário a caminho do gramado não se ouve hino do clube, ou outras coisas do gênero, mas sim "Hells Bells" do AC/DC. Os alto falantes do estádio tocam essa música e a torcida enlouquecida ao som do rock canta junto e saúda o time. O Bad Religion é uma das bandas que é fã do time e já fizeram até música em homenagem. E não fica só nisso a ligação, a cada gol marcado pelo St. Pauli a música "Song Two" do Blur também toca. Só por aí já dá para notar que é um clube diferente, muitos torcedores do time são punks, e nota-se ao longe a presença deles no estádio, até pelo moicano. O grande sucesso do time tem muito a ver do nada tradicional perfil do clube que é contra o racismo, o fascismo, a homofobia e o machismo por estatuto e é identificado com os movimentos anticapitalistas europeus. O ex-presidente do clube não é nenhum bilionário ou dono de grandes corporações com reputação duvidosa. Corny Littmann é homossexual e diretor teatral. E o time ainda é patrocinado por uma loja de artigos eróticos. Um de seus principais símbolos é a bandeira pirata, com a caveira e os ossos entrelaçados. Até porque é um time de uma cidade portuária. E dentro do estádio do clube ouve-se AC/DC, Sex Pistols... muita coisa boa e isso é futebol, isso é o time do St. Pauli.

E aqui no Brasil, como é de conhecimento geral da nação, a grande maioria dos boleiros gosta mesmo é de samba. Mas há sim as exceções. Um dos mais conhecidos exemplos é o goleiro do São Paulo Futebol Clube que é fã declarado do estilo, tanto que ao fazer seu 100º gol, contrariando os boleiros brasileiros, pediu uma música no programa televisivo Fantástico, pediu "Shook Me All Night Long" do AC/DC. E é o goleiro quem escolhe a trilha sonora do Morumbi quando o time joga, antes dos adversários entrarem em campo ouve-se "Highway To The Hell".
Há também o caso do ex-goleiro Ronaldo do Corinthians, que além de gostar muito de rock, tem uma banda, "Ronaldo & Os Impedidos", nunca foi uma das grandes bandas do cenário musical brasileiro, mas teve um grande destaque em meados dos anos 90 quando emplacou o hit "O Nome Dela". E a banda segue em atividade até hoje sempre tocando seu principal hit e fazendo alguns bons covers, principalmente de Elvis Presley de quem o ex-goleiro é fã.
E ainda do time corinthiano, outro ídolo rockeiro. Casagrande, que foi um dos principais jogadores brasileiros da década de 80, além de ser fã de bandas como Queen, AC/DC, Deep Purple, Van Halen, Black Sabbath, Led Zeppelin, ainda apresentou um programa na extinta 89 Rádio Rock de São Paulo, chamado "Rock Bola" junto com o locutor Zé Luiz. Eles discutiam sobre a rodada, lances polêmicos e sempre ao som de várias bandas de rock escolhidas por Casagrande.
E da nova safra de jogadores brasileiros, nenhum ouve rock?

Apenas dois casos conhecidos. O primeiro é Rafael Sobis, atacante revelado pelo Internacional de Porto Alegre e que disputou o último campeonato brasileiro pelo Fluminense do Rio de Janeiro. Ao contrario dos amigos e companheiros de clube que sempre estão ouvindo pagode, sertanejo, ou mesmo funk, Rafael Sobis está sempre com seu Ipod ouvindo Kings of Leon, The Killers, Green Day, Blink 182 (o atacante é tão fã do Blink que tem até a mesma tatuagem do batera Travis no pescoço). O outro boleiro é o volante Adilson do Grêmio, que se considera um colecionador de CDs e está sempre ouvindo Rage Against The Machine, Guns N' Roses, Rolling Stones, Sublime, Led Zeppelin e mais uma interminável lista de bandas de rock. Ao que parece o mundo do futebol brasileiro não vive apenas de jogadores que só ouvem samba e pagode, mas há casos como estes, de fãs de rock. São atletas que para nós do portal Social Rock Club, são ainda melhores por gostarem de rock assim como nós e vocês que nos acompanham. (fonte: internet)



Por Cleiton Paes.

 


Dia Mundial do Rock!!!!!

Aproveitando que hj é o dia mundial do Rock, postando algumas fotos do melhor show que já fui!!!!

Pink Floyd - foi uma banda de rock inglesa formada em Cambridge em 1965, que atingiu sucesso internacional com sua música psicodélica e progressiva.

Roger Waters - Engenhão - 29/03/2012















Já fui em muitos shows, principalmente de rock. Fui em show de multidões, com 450 mil pessoas em copacabana, fui no Rock in Rio em 2001( o último bom Rock in Rio, pq o do ano passado foi terrível!), praticamentes todos os artistas nacionais, todas as bandas de rock nacional, shows internacionais, mas esse foi especial, não só pq Pink Floyd sempre foi minha banda favorita, mas tb pq fui no show com minha esposa e tb 2 de meus melhores amigos e esposas, e que nessa fase meio rock' n roll minha(nossa), estávamos sempre juntos curtindo(êta fase boa.....nostalgia...). 
E para completar tal noite, o show do Roger Waters foi maravilhoso, perfeito!! Uma produção gigantesca, maravilhosa e perfeita, público maravilhoso, pacífico(como em todo show de rock), de arrepiar quem escutava, houve horas q me pegava de olhos fechados e "viajando" nas músicas(tudo bem q estava regado a uma garrfa de Red label).
Agora fico pensando: " daqui uns anos, qua show meu filho poderá dizer o mesmo???? Restart??? NX Zero????",  me dá pesadelos só em pensar......
Agora só falta o Show do David Gilmour.


Por Cleiton Paes.


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Grande vitória




Magnífica vitória do Botafogo no jogo do ontem contra o “simpaticíssimo Curíntia”, com belas atuações de Renato, Andrezinho e Elkeson.

Aliás, o competente Oswaldo de Oliveira enfim se apercebeu que Elkeson rende muito melhor jogando no ataque, onde fica mais perto do gol, o que para um finalizador nato como ele é de extrema importância.

Voltamos ao G4 e domingo subiremos no mínimo mais um degrau, já que derrotaremos facilmente o timeco da Unimed Rio, que, mais do que nunca, estará enfraquecido com a ausência do bom Deco.


Por Demétrio Pilar.